Este volume fino proporciona uma avaliação rápida e informativa da cena política turca, particularmente da política externa de Ancara, através de um exame das recentes fortunas políticas do presidente turco Recep Tayyip Erdogan. Argumentando que Erdogan é “um autocrata governando uma democracia”, Cagaptay sugere que sua bem sucedida transformação da democracia turca de um sistema parlamentar para um sistema presidencial em 2018 pode eventualmente assombrá-lo. Não só a centralização do poder resultante privou Erdogan do círculo relativamente diversificado de aliados e conselheiros políticos uma vez fornecidos por um governo de coalizão; ele também parece estar fornecendo um incentivo para que a oposição se una para derrotá-lo nas eleições programadas para 2023. Cagaptay analisa de forma útil as convoluções da recente política externa turca, traçando várias linhas de falha regionais e globais nas quais a Turquia se inseriu, inclusive no Azerbaijão, Líbia, Síria e campos de gás do leste do Mediterrâneo. Ele destaca de forma útil as contradições da confiança de Erdogan no presidente russo Vladimir Putin no contexto da desconfiança de longa data da Turquia em relação à Rússia. Erdogan é amplamente criticado por sua promoção do islamismo político e por sua demissão com mão de ferro dos direitos civis e políticos de seus críticos, mas Cagaptay sugere que seu futuro será decidido pela economia turca, agora em declínio.
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Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Uma vez um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, e sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um homem só.
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