Relatório da Academia Nacional de Inteligência avalia que interesses de segurança e comércio podem aproximar Alemanha e Turquia, apesar das divergências políticas, e alerta para riscos às comunidades de origem turca.
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Relatórios do Conselho da Europa documentam denúncias de maus-tratos em centros de detenção turcos e cobram medidas contra isolamento prolongado, superlotação e falhas na assistência médica.
Justiça da Moldávia retoma partes da investigação sobre a transferência ilegal de professores turcos em 2018; condenação de Vasile Botnari permanece definitiva.
Uma investigação do Nordic Monitor revela o fichamento de universitários na Turquia a partir de vínculos familiares atribuídos ao movimento Hizmet. Documentos descrevem a vigilância, os critérios usados pelas autoridades e os efeitos sobre estudantes.
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos constatou violações em mais 947 condenações por terrorismo na Turquia após a tentativa de golpe de 2016. As decisões questionam o uso do aplicativo ByLock como prova e a ausência de análise individualizada.
Um tribunal turco ordenou o bloqueio de dezenas de contas no X e no Instagram de grupos de direitos humanos, jornalistas, acadêmicos e ativistas LGBTQ+, sob alegação de segurança nacional e ordem pública.
Associação de advogados turcos (ÇHD) denuncia espancamentos e maus-tratos de detidos em prisões de Antália, Kayseri e Konya, presos antes da cúpula da OTAN de julho em Ancara.
População carcerária da Turquia chega a 433.520 detentos, 142% da capacidade oficial, em meio a repressão a opositores, curdos e Movimento Hizmet.
Turquia se recusa a garantir liberdade de expressão na COP31 em Antália, enquanto dez voluntários da ONG ambiental TEMA seguem presos desde operação prévia à cúpula da OTAN.
Relatório revela que a Fundação Maarif, ligada a Erdoğan, fechou ou confiscou 162 escolas do Movimento Hizmet em 29 países, com bilhões do Estado turco.
Dez anos após o golpe de 2016, a Turquia mantém uma das maiores redes de repressão transnacional do mundo: sequestros, extradições forçadas, bloqueio de bens e vigilância diplomática contra seguidores do Hizmet, jornalistas e críticos em dezenas de países.
Dez anos após o golpe de 2016, a Turquia ainda enfrenta os efeitos da purga de servidores públicos, que afastou mais de 134 mil pessoas e remodelou o Estado.
Ex-oficial do Exército turco, Kübra Yavuz relata ter sido detida e coagida após escoltar Hakan Fidan, então chefe do MIT, antes do golpe de 2016 na Turquia.
Promotores turcos ordenaram a detenção de 968 suspeitos com supostos vínculos ao Movimento Hizmet em operação simultânea nas 81 províncias da Turquia, dois dias antes do 10º aniversário da tentativa de golpe de 2016. Entre os detidos está um idoso paralítico, caso que gerou críticas nas redes sociais quanto aos métodos usados pela polícia.
Uma excursão de observação de aves terminou em interrogatório policial sobre terrorismo, expondo como a cúpula da OTAN em Ancara serviu de pano de fundo para uma nova onda de prisões contra a oposição turca.
Anistia Internacional critica as autoridades turcas pela proição de protestos e detenções arbitrárias antes da Cúpula da OTAN. Confira os detalhes desta ação da organização de direitos humanos.
Milhares de manifestantes reuniram-se em Estrasburgo para exigir que as instituições europeias tomem medidas rigorosas contra a recusa sistemática da Turquia em cumprir as decisões do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH). O protesto pacífico destaca o retrocesso democrático, a defesa do Estado de direito e a urgência de sanções internacionais contra o governo turco.
O Comitê de Ministros do Conselho da Europa instou a Turquia a exigir provas concretas antes de prender suspeitos ligados ao Movimento Hizmet. Decisão do TEDH aborda casos de detenção ilegal pós-golpe de 2016 e reforça exigências de estado de direito.
Rümeysa Şanal, mãe de bebê de 9 meses com cistos nos pulmões, foi presa na Turquia por supostos vínculos com o Movimento Hizmet. A criança passou três dias sem amamentação materna.
Inteligência turca monitorou críticos de Erdoğan em protesto em Estrasburgo, documento vazado revela
Documento vazado revela que agentes da inteligência turca monitoraram um protesto pacífico em Estrasburgo, na França, e usaram as informações para alimentar processos criminais contra críticos de Erdoğan no exterior.


