Os Estados Unidos sancionam um banco turco acusado de participar de uma rede que movimentou bilhões de dólares do petróleo iraniano para um aliado de Erdoğan.
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Listas manuscritas revelam o plano inicial para colocar o Judiciário turco sob o controle político de Erdoğan.
Polícia turca deteve líderes sindicais e mineiros durante protesto por salários atrasados de trabalhadores de empresas da Yıldızlar SSS Holding.
Operativo ligado à Jihad Islâmica Palestina afirma que a estratégia turca deve aproximar Ancara de Irã e Paquistão contra a influência dos EUA e de Israel.
Nova lei turca transfere escuta telefônica, censura online e controle da internet da reguladora de telecom para órgão de cibersegurança ligado a Erdoğan.
Pesquisa MetroPOLL de julho mostra o Yeni Parti [Novo Partido] de Özgür Özel à frente do AKP de Erdoğan por quase 8 pontos percentuais, após racha que dividiu o CHP.
Cidadão turco é acusado nos EUA de transportar passaportes mexicanos falsos vindos de Cancún, revelando uma rede de fraude documental ligada à Turquia.
A BTK, reguladora turca de telecomunicações, ordenou que a İHD remova dois relatórios sobre violência contra mulheres, parte de três restrições ao grupo em um mês.
Dez anos após o golpe de 2016, a Turquia mantém uma das maiores redes de repressão transnacional do mundo: sequestros, extradições forçadas, bloqueio de bens e vigilância diplomática contra seguidores do Hizmet, jornalistas e críticos em dezenas de países.
Dez anos após o golpe de 2016, a Turquia ainda enfrenta os efeitos da purga de servidores públicos, que afastou mais de 134 mil pessoas e remodelou o Estado.
Este relatório da Alliance for Shared Values (AFSV) sustenta que a tentativa de golpe de 15 de julho de 2016 na Turquia foi uma “operação de falsa bandeira” executada pelo próprio governo de Recep Tayyip Erdoğan.
Os pontos principais do texto incluem:
Objetivo de controle: O evento serviu como um mito fundador para a destruição sistêmica da democracia turca, permitindo a transição para um sistema autoritário.
Expurgos e repressão: Sob o estado de emergência declarado, o governo realizou expurgos em massa no judiciário, forças armadas e serviço público, além de confiscar ativos financeiros de opositores, não se limitando ao Movimento Hizmet.
Contradições na narrativa: O relatório destaca que a narrativa oficial possui falhas graves, apontando que soldados foram mobilizados sob ordens enganosas e que a resposta do governo foi premeditada, contrariando a versão de uma ameaça espontânea.
Institucionalização do autoritarismo: O incidente viabilizou a transformação do sistema parlamentar em uma presidência executiva e a conversão do judiciário em um instrumento político de perseguição.
Ceticismo internacional: Organizações internacionais e agências de inteligência estrangeiras rejeitaram a narrativa oficial turca, enquanto o regime evitou qualquer investigação independente sobre o caso.
Ex-oficial do Exército turco, Kübra Yavuz relata ter sido detida e coagida após escoltar Hakan Fidan, então chefe do MIT, antes do golpe de 2016 na Turquia.
Promotores turcos ordenaram a detenção de 968 suspeitos com supostos vínculos ao Movimento Hizmet em operação simultânea nas 81 províncias da Turquia, dois dias antes do 10º aniversário da tentativa de golpe de 2016. Entre os detidos está um idoso paralítico, caso que gerou críticas nas redes sociais quanto aos métodos usados pela polícia.
Turquia acusou Israel de espalhar desinformação depois que o premiê Netanyahu pediu aos EUA que não vendessem caças F-35 nem motores de jato a Ancara, alegando risco ao equilíbrio de poder no Oriente Médio.
Uma excursão de observação de aves terminou em interrogatório policial sobre terrorismo, expondo como a cúpula da OTAN em Ancara serviu de pano de fundo para uma nova onda de prisões contra a oposição turca.
A inteligência alemã (BND) voltou a apontar a Turquia como ameaça chave à segurança europeia. O presidente Trump manifestou interesse em vender F-35 à Turquia e suspender as sanções CAATSA impostas por Washington, sinalizando mudanças nas relações entre EUA, OTAN e aliados europeus. Entenda os desdobramentos dessa decisão geopolítica crucial.
O relatório de segurança alemão classificou explicitamente a Turquia como ator estatal primário de ameaças encoberta, alertando sobre operações de inteligência doméstica e rede de extremistas apoiados pelo exterior operando na Alemanha.
A Anistia Internacional instou as autoridades turcas a suspender a proibição de protestos por 13 dias em Ancara e a libertar pessoas que foram detidas arbitrariamente antes da 36ª cúpula da OTAN, à medida que o número de indivíduos presos aguardando julgamento em operações de segurança subiu para 178.
Anistia Internacional critica as autoridades turcas pela proição de protestos e detenções arbitrárias antes da Cúpula da OTAN. Confira os detalhes desta ação da organização de direitos humanos.


