280 ex-deputados do CHP romperam com o partido para apoiar o Novo Partido de Özgür Özel, aprofundando a crise da oposição turca após afastamento judicial de Özel.
Tag "Erdogan"
Relatório da Justice Square mostra que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos emitiu 114 sentenças contra a Turquia, afetando 8.056 vítimas da repressão pós-golpe de 2016.
Deslizes verbais e sinais de fadiga de Erdoğan renovam dúvidas sobre sua saúde e intensificam disputa por sua sucessão entre família e aliados no poder.
Quatro associações de juízes pedem que a Turquia liberte presos em violação de direitos durante a repressão pós-golpe de 2016 e restaure a independência do judiciário.
Carta assinada por 54 parlamentares europeus e defensores de direitos humanos pede que anistia ligada à paz com o PKK também cubra presos ligados ao Movimento Hizmet.
Turquia se recusa a garantir liberdade de expressão na COP31 em Antália, enquanto dez voluntários da ONG ambiental TEMA seguem presos desde operação prévia à cúpula da OTAN.
Relatório revela que a Fundação Maarif, ligada a Erdoğan, fechou ou confiscou 162 escolas do Movimento Hizmet em 29 países, com bilhões do Estado turco.
Este relatório da Alliance for Shared Values (AFSV) sustenta que a tentativa de golpe de 15 de julho de 2016 na Turquia foi uma “operação de falsa bandeira” executada pelo próprio governo de Recep Tayyip Erdoğan.
Os pontos principais do texto incluem:
Objetivo de controle: O evento serviu como um mito fundador para a destruição sistêmica da democracia turca, permitindo a transição para um sistema autoritário.
Expurgos e repressão: Sob o estado de emergência declarado, o governo realizou expurgos em massa no judiciário, forças armadas e serviço público, além de confiscar ativos financeiros de opositores, não se limitando ao Movimento Hizmet.
Contradições na narrativa: O relatório destaca que a narrativa oficial possui falhas graves, apontando que soldados foram mobilizados sob ordens enganosas e que a resposta do governo foi premeditada, contrariando a versão de uma ameaça espontânea.
Institucionalização do autoritarismo: O incidente viabilizou a transformação do sistema parlamentar em uma presidência executiva e a conversão do judiciário em um instrumento político de perseguição.
Ceticismo internacional: Organizações internacionais e agências de inteligência estrangeiras rejeitaram a narrativa oficial turca, enquanto o regime evitou qualquer investigação independente sobre o caso.
Relatório do grupo Solidarity with OTHERS revela que a Fundação Maarif, ligada ao Estado turco, foi usada para fechar ou assumir 162 escolas do movimento Hizmet em 29 países desde o golpe de 2016.
Turquia acusou Israel de espalhar desinformação depois que o premiê Netanyahu pediu aos EUA que não vendessem caças F-35 nem motores de jato a Ancara, alegando risco ao equilíbrio de poder no Oriente Médio.
Uma excursão de observação de aves terminou em interrogatório policial sobre terrorismo, expondo como a cúpula da OTAN em Ancara serviu de pano de fundo para uma nova onda de prisões contra a oposição turca.
A inteligência alemã (BND) voltou a apontar a Turquia como ameaça chave à segurança europeia. O presidente Trump manifestou interesse em vender F-35 à Turquia e suspender as sanções CAATSA impostas por Washington, sinalizando mudanças nas relações entre EUA, OTAN e aliados europeus. Entenda os desdobramentos dessa decisão geopolítica crucial.
A Anistia Internacional instou as autoridades turcas a suspender a proibição de protestos por 13 dias em Ancara e a libertar pessoas que foram detidas arbitrariamente antes da 36ª cúpula da OTAN, à medida que o número de indivíduos presos aguardando julgamento em operações de segurança subiu para 178.
Suspeito do ISIL capturado na Síria e extraditado para a Turquia depõe à polícia antiterror de Ancara e faz alegação não verificada de que o grupo negociou com o governo turco durante o atentado de 2015. Caso segue em tribunal com audiência marcada para 30 de junho de 2026.
O Comitê de Ministros do Conselho da Europa instou a Turquia a exigir provas concretas antes de prender suspeitos ligados ao Movimento Hizmet. Decisão do TEDH aborda casos de detenção ilegal pós-golpe de 2016 e reforça exigências de estado de direito.
Deputados do Parlamento Europeu criticaram duramente o governo turco pelo que descreveram como um padrão de repressão transnacional, interferência política no exterior e apoio a redes extremistas e ideológicas, marcando uma das mais fortes condenações da conduta de Ancara para além de suas fronteiras nos últimos anos.
Turquia adia votação da polêmica “Lei da Pátria Azul” antes da cúpula da OTAN em Ancara. Erdogan mantém o projeto como possível carta eleitoral em meio à fragilidade econômica do país.
Assessor de Erdoğan propõe eleições em abril de 2028 para permitir que o presidente turco concorra a mais um mandato. A manobra depende de votação parlamentar e reacende o debate sobre limites constitucionais.
Inteligência turca monitorou críticos de Erdoğan em protesto em Estrasburgo, documento vazado revela
Documento vazado revela que agentes da inteligência turca monitoraram um protesto pacífico em Estrasburgo, na França, e usaram as informações para alimentar processos criminais contra críticos de Erdoğan no exterior.
O regulador de transmissões da Turquia (RTÜK) multou a Sözcü TV por exibir críticas do líder da oposição Özgür Özel ao ministro da Justiça, em mais um episódio de pressão sobre a mídia independente no país.


