Os Estados Unidos sancionam um banco turco acusado de participar de uma rede que movimentou bilhões de dólares do petróleo iraniano para um aliado de Erdoğan.
Tag "Erdogan"
Listas manuscritas revelam o plano inicial para colocar o Judiciário turco sob o controle político de Erdoğan.
Decisões judiciais na Alemanha revelam que o MİT usou uma funcionária do consulado turco em Hürth e uma policial de Colônia para coletar dados sigilosos.
Turquia pede à Interpol notificação vermelha contra Netanyahu por caso da flotilha Global Sumud; premiê israelense chama Erdoğan de ditador antissemita.
Relatório da OCDE mostra que a Turquia ignorou 49 de 71 recomendações anticorrupção, enquanto a Aksa Enerji, com laços com Erdoğan, é processada nos EUA por suborno em Gana.
Nova lei turca transfere escuta telefônica, censura online e controle da internet da reguladora de telecom para órgão de cibersegurança ligado a Erdoğan.
Pesquisa MetroPOLL de julho mostra o Yeni Parti [Novo Partido] de Özgür Özel à frente do AKP de Erdoğan por quase 8 pontos percentuais, após racha que dividiu o CHP.
280 ex-deputados do CHP romperam com o partido para apoiar o Novo Partido de Özgür Özel, aprofundando a crise da oposição turca após afastamento judicial de Özel.
Relatório da Justice Square mostra que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos emitiu 114 sentenças contra a Turquia, afetando 8.056 vítimas da repressão pós-golpe de 2016.
Deslizes verbais e sinais de fadiga de Erdoğan renovam dúvidas sobre sua saúde e intensificam disputa por sua sucessão entre família e aliados no poder.
Quatro associações de juízes pedem que a Turquia liberte presos em violação de direitos durante a repressão pós-golpe de 2016 e restaure a independência do judiciário.
Carta assinada por 54 parlamentares europeus e defensores de direitos humanos pede que anistia ligada à paz com o PKK também cubra presos ligados ao Movimento Hizmet.
Turquia se recusa a garantir liberdade de expressão na COP31 em Antália, enquanto dez voluntários da ONG ambiental TEMA seguem presos desde operação prévia à cúpula da OTAN.
Relatório revela que a Fundação Maarif, ligada a Erdoğan, fechou ou confiscou 162 escolas do Movimento Hizmet em 29 países, com bilhões do Estado turco.
Este relatório da Alliance for Shared Values (AFSV) sustenta que a tentativa de golpe de 15 de julho de 2016 na Turquia foi uma “operação de falsa bandeira” executada pelo próprio governo de Recep Tayyip Erdoğan.
Os pontos principais do texto incluem:
Objetivo de controle: O evento serviu como um mito fundador para a destruição sistêmica da democracia turca, permitindo a transição para um sistema autoritário.
Expurgos e repressão: Sob o estado de emergência declarado, o governo realizou expurgos em massa no judiciário, forças armadas e serviço público, além de confiscar ativos financeiros de opositores, não se limitando ao Movimento Hizmet.
Contradições na narrativa: O relatório destaca que a narrativa oficial possui falhas graves, apontando que soldados foram mobilizados sob ordens enganosas e que a resposta do governo foi premeditada, contrariando a versão de uma ameaça espontânea.
Institucionalização do autoritarismo: O incidente viabilizou a transformação do sistema parlamentar em uma presidência executiva e a conversão do judiciário em um instrumento político de perseguição.
Ceticismo internacional: Organizações internacionais e agências de inteligência estrangeiras rejeitaram a narrativa oficial turca, enquanto o regime evitou qualquer investigação independente sobre o caso.
Relatório do grupo Solidarity with OTHERS revela que a Fundação Maarif, ligada ao Estado turco, foi usada para fechar ou assumir 162 escolas do movimento Hizmet em 29 países desde o golpe de 2016.
Turquia acusou Israel de espalhar desinformação depois que o premiê Netanyahu pediu aos EUA que não vendessem caças F-35 nem motores de jato a Ancara, alegando risco ao equilíbrio de poder no Oriente Médio.
Uma excursão de observação de aves terminou em interrogatório policial sobre terrorismo, expondo como a cúpula da OTAN em Ancara serviu de pano de fundo para uma nova onda de prisões contra a oposição turca.
A inteligência alemã (BND) voltou a apontar a Turquia como ameaça chave à segurança europeia. O presidente Trump manifestou interesse em vender F-35 à Turquia e suspender as sanções CAATSA impostas por Washington, sinalizando mudanças nas relações entre EUA, OTAN e aliados europeus. Entenda os desdobramentos dessa decisão geopolítica crucial.
A Anistia Internacional instou as autoridades turcas a suspender a proibição de protestos por 13 dias em Ancara e a libertar pessoas que foram detidas arbitrariamente antes da 36ª cúpula da OTAN, à medida que o número de indivíduos presos aguardando julgamento em operações de segurança subiu para 178.


