Um tribunal turco condenou um homem a 7 anos e meio de prisão por prestar ajuda financeira a famílias de prisioneiros ligados ao movimento Hizmet. A decisão reflete a contínua repressão pós-golpe na Turquia, onde a assistência humanitária a parentes de detentos é frequentemente criminalizada como apoio ao terrorismo. Saiba mais sobre este caso de direitos humanos.
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Emre Çınar, advogado turco que representa a Willow International School em Moçambique e que havia sido detido após um pedido de extradição apresentado por autoridades turcas, foi libertado enquanto aguarda julgamento por decisão de um tribunal moçambicano na segunda-feira, informou o Stockholm Center for Freedom.
Um advogado turco que atua como representante legal da Willow International School em Moçambique foi detido na terça-feira após um pedido de extradição das autoridades turcas por supostas ligações com o Hizmet, informou o Stockholm Center for Freedom, citando o jornal diário estatal moçambicano Jornal Notícias.
Uma coalizão de relatores especiais das Nações Unidas divulgou publicamente uma carta acusando o governo turco de criminalizar jovens mulheres e crianças em operações antiterrorismo de grande escala — divulgação feita apenas depois que Ancara não respondeu dentro do prazo obrigatório de 60 dias. A carta, publicada nesta semana conforme procedimento da ONU, detalha acusações de que as batidas de 2024 e 2025 se basearam em provas secretas, interrogatórios coercitivos e leis antiterrorismo amplas para punir comportamentos comuns e legais.
A Turquia revogou as licenças de 22.474 professores e fechou 1.424 instituições de ensino privado por suspeitas de ligações com o movimento Hizmet após tentativa de golpe de 2016.
As autoridades turcas detiveram 1.395 pessoas nos 10 primeiros meses de 2025 como parte da contínua repressão ao movimento Hizmet, de inspiração religiosa, informou o ministro do Interior, Ali Yerlikaya, a uma comissão parlamentar na segunda-feira, segundo noticiado pelo Stockholm Center for Freedom.
A Corte Europeia de Direitos Humanos (CEDH) responsabilizou a Turquia pela prisão e detenção preventiva de 86 pessoas após a fracassada tentativa de golpe de 2016, devido a seus alegados vínculos com o movimento Hizmet.
Imagens revelam o drama de Cafer Ongun, ex-professor vítima das purgas pós-golpe de 2016 na Turquia, que morreu após anos de perseguição, prisão e negligência médica.
Um novo relatório elaborado pela organização de direitos humanos Stichting Justice Square, sediada na Holanda, detalha um padrão de violações de direitos humanos na Turquia após a tentativa de golpe de 15 de julho de 2016, conforme reconhecido por diversos órgãos das Nações Unidas entre 2017 e 2024, segundo informou o Nordic Monitor.
Fotos dos últimos dias de um ex-professor que morreu em um hospital, em setembro, após sofrer um ataque cardíaco na Prisão de Kütahya, e os relatos de seus familiares revelam o impacto humano da purga promovida pela Turquia após o golpe de 2016 contra participantes do movimento Hizmet.
Justiça alemã enfrenta dificuldades para processar casos de espionagem turca do MİT. Tribunais tratam colaboradores com multas modestas, enquanto a Turquia mantém vigilância sistemática sobre dissidentes, movimento Hizmet e jornalistas em território alemão.
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) notificou a Turquia sobre 4.800 pedidos adicionais em sua pauta relacionados a condenações
Promotores federais alemães abriram uma investigação sobre uma funcionária do Consulado da Turquia e uma policial de origem turca sob
O ex-comandante da Força Aérea, Akın Öztürk, está entre os generais turcos julgados por acusações de golpe. Um novo documentário
Um promotor turco recomendou penas de prisão para todas as 41 rés no controverso “julgamento das meninas”, um caso de
Autoridades turcas detiveram 208 pessoas na terça-feira por supostas ligações com o movimento Hizmet, de base religiosa, anunciou o Ministro do Interior, Ali Yerlikaya.
O governo turco congelou, em 7 de janeiro, os bens de nove organizações sediadas nos EUA, incluindo seis fundações educacionais acusadas de ligações com o movimento Hizmet, um grupo crítico do presidente turco Recep Tayyip Erdogan, sob o pretexto de “combater o financiamento do terrorismo”. Esses congelamentos de bens marcam o mais recente desenvolvimento nas operações de vigilância em andamento do governo Erdogan visando dissidentes nos EUA.
Um advogado turco afirmou que a polícia tem monitorado ilegalmente as atividades diárias de um ex-detento que anteriormente havia sido preso por supostas ligações com o movimento Hizmet.


