BERLIM (Reuters) – A chanceler alemã Angela Merkel criticou o uso pela Turquia de um mandado de prisão da Interpol para deter um escritor alemão na Espanha, dizendo em um evento eleitoral da prefeitura no domingo que isso equivale a abuso da agência policial internacional.
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A Interpol removeu a Turquia de seu banco de dados depois que o governo turco enviou uma lista de pelo menos 60.000 indivíduos procurados por suspeitas de ligações ao grupo Gülen, acusado pela Turquia de planejar uma tentativa de golpe em 15 de julho de 2016.
A Volkswagen adiou a decisão final sobre se deve construir uma fábrica de carros na Turquia, disse a empresa, em meio a críticas internacionais à operação militar do país na Síria e a preocupações sobre possíveis consequências à reputação, informou a Reuters.
O governo Trump exortou o presidente turco Recep Tayyip Erdogan a implementar um cessar-fogo imediato no norte da Síria e impôs sanções contra a Turquia na segunda-feira em resposta a sua agressão militar, já que a situação na região continuou a deteriorar depois da decisão do Presidente Trump de retirar as forças americanas.
A lira ultrapassou a marca de 5,93 por dólar na segunda-feira, mesmo com os credores vendendo um valor de mais de 1 bilhão de dólares em moeda estrangeira, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto que pediram para não terem seus nomes revelados pois a informação não é pública, informou o Bloomberg.
O Ministério do Interior turco anunciou em comunicado que 41 ex-prefeitos que foram destituídos do cargo e substituídos por interventores nomeados pelo governo entre julho de 2016 e março de
A Turquia ameaçou os países europeus dizendo que poderia destruir os governos europeus, deixando milhões de migrantes do Oriente Médio atravessarem suas fronteiras para chegar à Europa. Dias atrás, o
Sipahi integra movimento de oposição ao governo Erdogan, e Turquia pediu extradição. Para relator do caso, não há garantia de que julgamento no país será independente e imparcial. A Segunda
Cruzada de presidente turco não se restringe às fronteiras do país Já se vão quase três anos da fracassada tentativa
Comunidade turca teme retaliação de governo Erdogan após pedido de extradição contra comerciante 14.mai.2019 às 12h55 Flávia Mantovani SÃO PAULO
Naturalizado brasileiro, turco Ali Sipahi está preso desde 5 de abril em São Paulo por ordem de Fachin; defesa pediu
Ali Sipahi foi detido pela Polícia Federal atendendo pedido do governo da Turquia. Ele tem ligação com grupo opositor que
Carta assinada por personalidades repudia acusações de Erdogan contra empresário que vive no Brasil Um grupo de intelectuais e artistas
Ali Sipahi faz parte do movimento Hizmet, que a Turquia considera terrorista. SÃO PAULO – Ali Sipahi , de 31 anos, sócio
Ali Sipahi participou de atividades de centro cultural ligado ao Hizmet, um movimento que o governo da Turquia considera terrorista.
Turquia acusa empresário de terrorismo e pede sua extradição A Turquia pediu a extradição de um turco naturalizado brasileiro, acusando-o
O governo turco investigou secretamente membros da família de advogados considerados críticos, incluindo seus cônjuges e filhos, revelou a Nordic
Na terça-feira, os Estados Unidos impuseram novas sanções a uma rede de empresas e indivíduos no Irã, Turquia e Emirados
Segundo autoridades italianas e maltesas migrantes sequestraram um cargueiro turco em águas líbias na quarta-feira e forçaram a tripulação a
Segundo o jornal Hürriyet Daily News a Turquia e a Rússia realizaram as primeiras patrulhas coordenadas no norte da Síria


