Navios da marinha turca irão evacuar turcos que solicitaram sair do Líbano por via marítima na quarta-feira, informou o Ministério das Relações Exteriores da Turquia na terça-feira.
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- Ex-presidente do Supremo e ex-ministro do AKP criticam Judiciário e sistema presidencial como “desastre” O ex-presidente do Tribunal Constitucional Haşim Kılıç e o ex-ministro do AKP Hüseyin Çelik criticam o sistema presidencial turco como um "desastre" e alertam para a erosão dos direitos fundamentais e a crise no Judiciário do país....
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Promotores dos EUA que indiciaram o prefeito de Nova York, Eric Adams, devido às suas supostas negociações corruptas com o governo turco, solicitaram uma reunião fechada com o juiz responsável pelo caso de corrupção de Adams, devido à necessidade de discutir material confidencial, segundo informou o The New York Times.
A Turquia apoia os palestinos e critica Israel, mas mantém relações distantes com o Irã. Portanto, a participação militar turca no crescente conflito regional é improvável, segundo especialistas.
Os promotores alegam que o presidente turco encheu o prefeito de Nova York com doações ilegais e estadias de luxo.
Procuradores federais dos EUA acusaram membros do governo turco de realizar uma campanha de influência de anos para cultivar e garantir favores de Eric Adams, prefeito da cidade de Nova York.
A Turquia acusou Israel, nesta quinta-feira, de tentar expandir a guerra em Gaza para o Líbano com a “alarmante” onda de explosões mortais que atingiu redutos do Hezbollah.
A Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre a República Árabe da Síria divulgou um relatório implicando a Turquia em uma série de violações de direitos humanos no norte da Síria entre janeiro e junho de 2024.
O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, reafirmou que o país continuará voltado para o Ocidente, mas também aprofundará seus laços com o Oriente, incluindo grupos como BRICS e a Organização de Cooperação de Xangai (SCO). Embora a Turquia, membro da OTAN, esteja explorando novas alianças com China, Rússia e outras potências orientais, Erdogan destacou que isso não sinaliza uma “mudança de eixo” geopolítica. A estratégia visa adaptar o país a novas potências econômicas e tecnológicas, fortalecendo o diálogo com várias organizações internacionais sem abandonar sua orientação ocidental.
Em um funeral na Turquia, a família da ativista turco-americana Aysenur Ezgi Eygi, morta por tiros israelenses na Cisjordânia, lamentou sua perda, enquanto críticos apontam o fracasso dos EUA em pressionar Israel por sua morte. Eygi, uma defensora apaixonada da causa palestina, foi sepultada em meio a manifestações pró-palestinas, com a ausência notável de autoridades americanas. A Turquia denunciou Israel e seus apoiadores, enquanto o governo dos EUA enfrenta críticas de familiares por sua resposta ao incidente.
Advogados e especialistas jurídicos na Turquia e no exterior expressaram choque e decepção com a decisão de um tribunal local na quinta-feira, que novamente condenou um ex-professor por terrorismo, apesar de o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (CEDH) ter constatado uma violação de seus direitos fundamentais em sua condenação em uma decisão do ano passado.
A Turquia pediu aos EUA permissão para comprar motores da GE Aerospace que pretende usar em jatos militares fabricados localmente, informou a BNN Bloomberg, com sede em Toronto, citando autoridades turcas familiarizadas com o assunto.
A Turquia criticou fortemente o acordo de defesa entre EUA e Chipre, alegando que prejudica a neutralidade e a segurança na ilha dividida, onde negociações de paz estão paralisadas desde 2017.
A recente reaproximação entre Egito e Turquia está sendo desafiada pela crise política na Líbia, centrada no controle das riquezas petrolíferas do país. A destituição do governador do banco central líbio, Sadiq al-Kabir, que se exilou na Turquia, criou um impasse que ameaça o funcionamento econômico do país. Apesar dos acordos comerciais assinados por Sisi e Erdoğan, os países discordam sobre a política na Líbia: enquanto a Turquia apoia o governo de Trípoli, o Egito apoia Khalifa Haftar, no leste. A crise sobre a gestão das reservas petrolíferas e a estabilidade política da Líbia se tornou um teste crítico para esta nova aliança entre Egito e Turquia, com potenciais implicações na segurança regional e na migração. A comunidade internacional, preocupada com a estabilidade na Líbia, pressiona por uma solução consensual para evitar um colapso econômico e político.
Turquia e Macedônia do Norte intensificam cooperação militar com foco em exercícios conjuntos
A Turquia planeja fortalecer sua cooperação militar com a Macedônia do Norte, conforme anunciado pelo Ministro das Relações Exteriores turco, Hakan Fidan, durante visita a Skopje em 5 de setembro. Os países realizarão mais treinamentos e exercícios conjuntos, com apoio da indústria de defesa turca. Em paralelo, ocorreu a inauguração do escritório da Aselsan nos Balcãs. A Macedônia do Norte também explora a compra de equipamentos militares, como drones, da Turquia, após sua adesão à OTAN em 2020. A colaboração militar surgiu após desafios diplomáticos, com a Turquia insistindo na extradição de críticos do governo turco no passado.
Um esquema de fraude envolvendo a família do presidente turco Recep Tayyip Erdogan e o petróleo russo foi exposto, levando à ira do presidente russo Vladimir Putin. A trama, que teria movimentado centenas de milhões de dólares, utilizava uma empresa fachada na Turquia, Mostrade, para comercializar petróleo russo sancionado. Mustafa Yiğit Zeren, ligado à família Erdogan, desempenhou um papel central no esquema, que envolveu desvio de lucros e a criação de empresas de fachada para movimentar bilhões. A resposta russa incluiu processos judiciais e até ações extremas para recuperar o valor fraudado. Com o cerco se fechando, Zeren desapareceu, temendo represálias. Esta fraude abalou as relações entre Rússia e Turquia, mostrando a gravidade das sanções e a resposta russa a violações financeiras.
O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, fez uma visita histórica à Turquia, a primeira em 12 anos, encontrando-se com o presidente turco Tayyip Erdogan para discutir a guerra em Gaza e fortalecer os laços entre os dois países, que foram severamente debilitados desde 2013. As relações entre os dois países começaram a melhorar em 2020 após uma iniciativa diplomática da Turquia. Durante a visita, os presidentes destacaram o desejo de aumentar o comércio bilateral de US$ 5 bilhões para US$ 15 bilhões em cinco anos e assinaram 18 memorandos de cooperação em várias áreas, como energia, defesa e saúde. Ambos os líderes expressaram apoio à causa palestina e destacaram a importância de resolver a crise na Líbia por meio de eleições e a retirada de forças estrangeiras. A Turquia elogiou os esforços humanitários do Egito em Gaza e ambos anunciaram uma posição comum em busca de um cessar-fogo na região.
A Turquia mostrou interesse em ingressar no bloco BRICS, composto por economias emergentes, conforme confirmado por um alto funcionário nesta terça-feira. O partido governista turco, liderado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan, declarou que o desejo do país de se juntar ao bloco é claro, embora ainda não tenha enviado uma solicitação formal. O BRICS, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, recentemente expandiu para incluir Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos. A Turquia, que busca aumentar sua influência global e adotar uma política externa mais independente, enfrenta impasses em sua adesão à União Europeia e agora explora novas alianças internacionais como o BRICS. A possível inclusão da Turquia no BRICS será discutida em uma reunião futura na Rússia.
Milhares de turcos protestaram em Istambul contra uma lei recente que visa remover cães de rua das ruas da Turquia, alegando que a legislação pode levar ao abate indiscriminado dos animais. A nova lei, aprovada no mês passado, busca abordar preocupações de segurança ao recolher cães de rua para abrigos, onde devem ser vacinados e esterilizados antes de serem adotados. No entanto, defensores dos direitos dos animais temem que os cães sejam mortos em massa ou mantidos em condições precárias. Os manifestantes exigem a revogação da lei, enquanto o principal partido de oposição moveu uma ação no Tribunal Constitucional para anulá-la.
Dois soldados americanos foram agredidos por membros do grupo nacionalista União da Juventude Turca (TGB) na cidade portuária de Izmir, Turquia. Quinze suspeitos foram detidos após o ataque, que ocorreu enquanto os militares dos EUA, vestidos em roupas civis, estavam na cidade. Outros cinco soldados americanos se envolveram na situação após testemunharem o incidente. A embaixada dos EUA confirmou o ocorrido e agradeceu às autoridades turcas pela rápida resposta e investigação em andamento. O ataque ocorreu durante a visita do navio USS Wasp a Izmir, onde está ancorado após exercícios com a marinha turca. O grupo TGB já havia realizado ações semelhantes contra militares dos EUA no passado, expressando sentimentos antiamericanos.
O Ministério da Defesa da Turquia reafirmou a importância de sua presença militar no norte da Síria, alegando que isso impede a influência de grupos terroristas na região devastada pela guerra. A Turquia, que desde 2016 conduz ofensivas contra as Forças Democráticas Sírias (SDF) lideradas pelos curdos, vê a presença militar como essencial para prevenir a criação de um “corredor de terror” e manter a estabilidade. Apesar das tentativas de reaproximação entre Ancara e Damasco, a Turquia mantém sua posição firme contra a retirada de suas tropas, destacando a necessidade de diálogo contínuo para resolver o conflito na Síria.


