O judiciário da Turquia foi transformado em um instrumento de controle político sob o presidente Recep Tayyip Erdoğan, enfraquecendo os freios e contrapesos institucionais e viabilizando a supressão da dissidência, aponta novo relatório do Projeto de Suporte a Litígios de Direitos Humanos da Turquia (TLSP). O documento identifica interferência política na governança judicial, expurgos em massa e uso do direito penal contra críticos do governo como os principais mecanismos por trás do colapso da independência judicial no país.


