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  • Governo Erdogan usa ataques sangrentos em escolas para justificar repressão a VPNs e censura na Internet na Turquia em 2026 Após ataques mortais em escolas de Şanlıurfa e Kahramanmaraş que mataram nove pessoas, o governo Erdogan propõe licenças obrigatórias para VPNs e bloqueio de serviços não conformes, alegando proteção a menores de conteúdo violento online, ampliando a censura em um país com mais de 1 milhão de sites bloqueados....
  • Turquia julga 168 ativistas por protesto contra violência contra mulheres em Istambul Um tribunal de Istambul aceitou a denúncia contra 168 ativistas — majoritariamente mulheres — que participaram de um protesto em 25 de novembro de 2024, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, e agora enfrentam penas de até seis anos de prisão. A manifestação, impedida pela polícia com uso de força e gás de pimenta, terminou em detenções em massa após tentativas frustradas de leitura de um comunicado público. O caso ocorre em meio a crescentes preocupações sobre o aumento de feminicídios na Turquia, repressão a protestos e o enfraquecimento de proteções legais, agravado pela saída do país da Convenção de Istambul em 2021....
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  • Turquia acusa Ocidente de proteger suspeitos do Hizmet após rejeições massivas de extradição O ministro da Justiça da Turquia, Akın Gürlek, criticou duramente aliados ocidentais por recusarem pedidos de extradição contra indivíduos ligados ao movimento Hizmet, acusado por Ancara de organizar o golpe fracassado de 2016. Apesar de quase 2.900 solicitações enviadas a 119 países, apenas três resultaram em extradição, refletindo a falta de reconhecimento internacional da classificação do grupo como terrorista. Enquanto a Turquia promete intensificar a perseguição global ao movimento, tribunais europeus e organizações de direitos humanos continuam alertando para violações legais e abusos sistemáticos, incluindo detenções arbitrárias, uso controverso de provas e transferências forçadas de suspeitos....
  • Turquia reforça a segurança nas escolas após tiroteios fatais A Turquia reforçou a segurança nas escolas em todo o país após tiroteios fatais nas províncias do sudeste de Kahramanmaraş e Şanlıurfa na semana passada, informou a agência de notícias estatal Anadolu....
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  • Onda de comoção na Turquia durante o sepultamento de vítimas de tiroteio em escola Multidões se reuniram para os funerais de oito crianças e um professor no sul da Turquia nesta quinta-feira, mortos quando um jovem de 14 anos abriu fogo em uma escola — um crime que mergulhou o país em choque e a comunidade em luto, informou a Agence France-Presse....
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Erdogan quer virar nova página com Trump em relações EUA-Turquia

Erdogan quer virar nova página com Trump em relações EUA-Turquia
abril 29
09:43 2017

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que viajará a Washington em meados de maio, declarou nesta sexta-feira que deseja virar com seu colega americano, Donald Trump, uma nova página nas relações entre Turquia e Estados Unidos, após meses de tensões pela Síria e pelo golpe de Estado frustrado.

“Estou convencido de que escreveremos com Trump uma nova página nas relações turco-americanas”, declarou Erdogan durante um colóquio organizado pelo centro de reflexão Atlantic Council em Istambul.

O encontro, previsto para 16 de maio, será o primeiro entre os dois presidentes.

As relações entre a Turquia e os Estados Unidos, dois membros da OTAN, se desgastaram nos últimos meses pelas divergências sobre a Síria, em particular sobre o apoio de Washington às milícias curdas das Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), que combatem os extremistas no norte da Síria, e que Ancara considera “terroristas”.

“O apoio, a ajuda concreta que os Estados Unidos fornecem às YPG, está prejudicando o espírito da aliança” entre os dois países, disse Erdogan.

O chefe de Estado turco também reiterou que espera que os Estados Unidos detenham ou extraditem à Turquia o pregador Fethullah Gulen, classificado por Ancara como o instigador do golpe de Estado frustrado de julho.

O fato de Gulen, que vive na Pensilvânia, “poder ​​continuar dirigindo livremente suas atividades (…) nos incomoda seriamente”, disse Erdogan.

“O que esperamos é que (os americanos) compreendam a amplitude da ameaça que enfrentamos e demonstrem sua solidariedade”, disse o chefe de Estado turco.

Erdogan fez estas declarações em meio a um clima de tensão na fronteira turco-síria, onde soldados turcos e membros das YPG trocam tiros há três dias.

Nesta sexta-feira, o exército russo informou que havia respondido a disparos de foguetes a partir de áreas curdas, com um saldo de “onze terroristas neutralizados”.

As YPG são o principal componente das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança de combatentes curdos e árabes que lutam contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI) na Síria apoiados pelos Estados Unidos.

Mas a Turquia considera as YPG como a extensão na Síria do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), uma organização separatista que trava uma sangrenta luta armada desde 1984 e que é considerada “terrorista” por Ancara, assim como por Estados Unidos e União Europeia.

Erdogan repetiu que se opõe a qualquer participação das YPG em uma ofensiva para expulsar o EI de seu reduto sírio de Raqa, acrescentando que proporá uma fórmula diferente a Trump durante sua visita aos Estados Unidos.

Sua ideia é que Washington apoie apenas os árabes sírios, rebeldes treinados por Ancara para conquistar Raqa.

Uma operação contra Raqa “não significa um grande custo para nós, para a Turquia, Estados Unidos, os membros da coalizão internacional. Se não tivermos sucesso, então por que existimos?”, se perguntou Erdogan.

Fonte: http://istoe.com.br

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