A Anistia Internacional instou as autoridades turcas a suspender a proibição de protestos por 13 dias em Ancara e a libertar pessoas que foram detidas arbitrariamente antes da 36ª cúpula da OTAN, à medida que o número de indivíduos presos aguardando julgamento em operações de segurança subiu para 178.
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Anistia Internacional critica as autoridades turcas pela proição de protestos e detenções arbitrárias antes da Cúpula da OTAN. Confira os detalhes desta ação da organização de direitos humanos.
Ancara, Turquia, enfrenta revolta devido às proibições de 13 dias impostas antes da 36ª Cúpula da Otan. Críticos denunciam cerceamento de direitos e forte impacto cotidiano na capital turca.
Milhares de manifestantes reuniram-se em Estrasburgo para exigir que as instituições europeias tomem medidas rigorosas contra a recusa sistemática da Turquia em cumprir as decisões do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH). O protesto pacífico destaca o retrocesso democrático, a defesa do Estado de direito e a urgência de sanções internacionais contra o governo turco.
Suspeito do ISIL capturado na Síria e extraditado para a Turquia depõe à polícia antiterror de Ancara e faz alegação não verificada de que o grupo negociou com o governo turco durante o atentado de 2015. Caso segue em tribunal com audiência marcada para 30 de junho de 2026.
O Comitê de Ministros do Conselho da Europa instou a Turquia a exigir provas concretas antes de prender suspeitos ligados ao Movimento Hizmet. Decisão do TEDH aborda casos de detenção ilegal pós-golpe de 2016 e reforça exigências de estado de direito.
Deputados do Parlamento Europeu criticaram duramente o governo turco pelo que descreveram como um padrão de repressão transnacional, interferência política no exterior e apoio a redes extremistas e ideológicas, marcando uma das mais fortes condenações da conduta de Ancara para além de suas fronteiras nos últimos anos.
O Parlamento Europeu aprovou uma resolução, por 381 votos a favor, 107 contra e 171 abstenções, durante sessão plenária em Estrasburgo, na qual pede à União Europeia que considere sanções de direitos humanos contra o ministro da Justiça turco Akın Gürlek, apontando o ex-procurador-chefe de Istambul como figura central naquilo que os parlamentares descreveram como a máquina repressiva do Estado.
Orhan Uzuner, sogro de Bilal Erdogan, lidera rede nacional que combina treinamento de emergência com capacidade de mobilização rápida em defesa do governo turco, segundo investigação do Nordic Monitor.
Turquia adia votação da polêmica “Lei da Pátria Azul” antes da cúpula da OTAN em Ancara. Erdogan mantém o projeto como possível carta eleitoral em meio à fragilidade econômica do país.
Rümeysa Şanal, mãe de bebê de 9 meses com cistos nos pulmões, foi presa na Turquia por supostos vínculos com o Movimento Hizmet. A criança passou três dias sem amamentação materna.
Assessor de Erdoğan propõe eleições em abril de 2028 para permitir que o presidente turco concorra a mais um mandato. A manobra depende de votação parlamentar e reacende o debate sobre limites constitucionais.
Inteligência turca monitorou críticos de Erdoğan em protesto em Estrasburgo, documento vazado revela
Documento vazado revela que agentes da inteligência turca monitoraram um protesto pacífico em Estrasburgo, na França, e usaram as informações para alimentar processos criminais contra críticos de Erdoğan no exterior.
O regulador de transmissões da Turquia (RTÜK) multou a Sözcü TV por exibir críticas do líder da oposição Özgür Özel ao ministro da Justiça, em mais um episódio de pressão sobre a mídia independente no país.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos questiona a Turquia sobre detenções prolongadas de 154 pessoas acusadas de vínculos com o Movimento Hizmet após a tentativa de golpe de 2016. Entre os requerentes está o general Akın Öztürk, condenado à prisão perpétua.
Ex-professor turco Hasan Aksoy relata pela primeira vez a perda da mulher e do filho de 3 anos durante fuga da Turquia após golpe de 2016. Preso por supostos laços com o Movimento Hizmet, passou 79 meses na prisão e hoje aguarda julgamento no TEDH.
**O principal partido de oposição da Turquia, o CHP, acusou o presidente Recep Tayyip Erdoğan de tentar se manter no poder eliminando alternativas políticas ao eleitorado, após decisão judicial que destituiu seu líder eleito, Özgür Özel, e reconduzeu o ex-presidente Kemal Kılıçdaroğlu ao cargo. Em discurso desafiador no Parlamento turco, Özel afirmou que a crise vai além de uma disputa interna partidária e representa uma ameaça direta à democracia no país.**
O chanceler turco, Hakan Fidan, afirmou que um acordo entre os EUA e o Irã está ‘mais próximo do que nunca’. Segundo ele, as negociações agora priorizam a reabertura do estratégico Estreito de Ormuz, devido aos impactos na segurança energética global, antes de retornarem às discussões sobre o programa nuclear iraniano.
O judiciário da Turquia foi transformado em um instrumento de controle político sob o presidente Recep Tayyip Erdoğan, enfraquecendo os freios e contrapesos institucionais e viabilizando a supressão da dissidência, aponta novo relatório do Projeto de Suporte a Litígios de Direitos Humanos da Turquia (TLSP). O documento identifica interferência política na governança judicial, expurgos em massa e uso do direito penal contra críticos do governo como os principais mecanismos por trás do colapso da independência judicial no país.


